O tribunal era um espaço de silêncio opressivo, quebrado apenas pelo farfalhar de papéis e o murmúrio baixo dos espectadores. Sentada no banco dos réus, minhas mãos tremiam no colo, a barriga levemente arredondada pelo bebê me lembrando do que estava em jogo.
O juiz, um homem ajeitava os óculos a cada segundo, mantendo a expressão impassível, como se quisesse me intimidar, o martelo repousando ao seu lado como um símbolo de autoridade, me lembrando de que ele decidiria o meu futuro.
Mark organi