Maia galopa a noite inteira sob o vento frio da madrugada. Ela se recusa a diminuir o ritmo até que os primeiros raios de sol revelam uma estalagem decadente à beira da estrada. Exausta, deixa o cavalo sob os cuidados do estalajadeiro e entra no salão barulhento, impregnado pelo cheiro de cerveja barata e gordura queimada.
Ignorando o cansaço que pesa nos ombros, sua prioridade é se alimentar antes de seguir viagem. Para passar despercebida pelas poucas figuras de aparência duvidosa ali dentro,