Mundo de ficçãoIniciar sessãoYolanda
O portão de ferro rangeu como se debochasse de mim, cuspindo-me de volta para a rua cinza, onde o vento trazia o cheiro de chuva e gasolina. Cruzei a linha amarela sem olhar para trás. Quase um mês mofando naquele buraco. Quase um mês ouvindo portas batendo, correntes arrastando, vozes mandando em mim. Eu, Yolanda, reduzida a nada.







