Mundo ficciónIniciar sesiónLúcia Mendes
A livraria ficou para trás com cheiro de papel novo e promessas de rimas sobre bichinhos. Eliza saltitava com as luzinhas dos tênis piscando, orgulhosa como se tivesse ganhado um troféu.
“Agora a gente compra o chocolate amargo do papai?”, ela perguntou, apertando minha mão.
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