— O que te deixa tão nervoso no serviço, Enzo?
— Mano, vou ter que assumir o cargo de vice-diretor na empresa da minha família, está ligado? Mas o meu tio… sei lá, ele nunca me dá um voto de confiança. Confesso que eu me enrolo na parte burocrática. Eu curto mesmo é criar armas. Nossa empresa é sinistra na tecnologia. Mas tenho a sensação de que o tio só está vendo meus defeitos — ele falava atento ao trânsito, devido à chuva. — Tenho certeza de que ele está bolado porque eu repeti o semestre.