Ao chegar à casa de Ronald, Chelsea foi recebida com um abraço apertado e um olhar genuinamente preocupado. Ainda abalada pelos últimos acontecimentos, deixou-se conduzir até o sofá da sala, onde ele já havia deixado uma manta dobrada e um café recém-passado sobre a mesinha de centro.
— Fica à vontade, Chelsea. Aqui você pode respirar — disse ele, com um sorriso contido, mas acolhedor.
Ela assentiu com um leve aceno, os olhos perdidos em algum ponto entre a dor e a exaustão. Havia muito em su