O som dos saltos altos de Eleanor e Helen contra o piso de granito ecoava pelo corredor como uma marcha fúnebre. Guardei o cartão dourado de Maya no bolso de trás da calça num movimento rápido, engolindo o choro e endireitando a postura. Eu não era mais a garota assustada que aceitava as migalhas daquela família. O sangue de Victor ainda manchava minhas mãos, e aquela era a minha maior armadura.
Eleanor parou a poucos metros de mim, os olhos azuis varrendo o meu estado desalinhado com um misto