CAP. 38 - Eu definitivamente eu não tenho escolhas.
POV/ Heloise
Caminhei até a cozinha e encontrei minha avó. Ela estava pálida, encostada no balcão com a mão esquerda enfaixada e os olhos cansados. Ficamos ali, de frente uma para outra: as duas "Lullys".
— Calma, minha Lullynha... respira — vovó sussurrou, puxando-me pela mão para nos sentarmos nos sofá eu aproveitei e me aninhei no seu peito. O cheiro dela, uma mistura de lavanda e remédios, foi a única coisa que me impediu de desmoronar por completo.
— Vovó... por que dói tanto tentar ser ju