Christian
A ala de contenção estava diferente. Mais silenciosa. Mais humana.
Os monitores bipavam em ritmo constante, e o cheiro de sangue e doença tinha sido substituído pelo de álcool e limpeza. Eu parei ao lado de Camila, que revisava os dados no tablet com a expressão concentrada de sempre.
“Quanto tempo até termos certeza e podermos levá-los para Diamante?”, perguntei.
Ela levantou o olhar e observou os lobos que já estavam sendo soltos das amarras, ainda fracos, mas conscientes.
“Mais trê