NATÁLIA
— Eu ia deixá-lo viver por um tempo. Você sabe... Torturá-lo e obter informações, mas então você me pediu para poupá-lo, e a chave virou na minha cabeça. — Ele respirou, os olhos se estreitando sobre mim.
— Você o matou... Porque eu... — As lágrimas correram pelas minhas bochechas novamente, embaçando minha visão.
— Sim. Lá estava ele tentando te foder contra a sua vontade e, em vez de me pedir para matá-lo... Como você deveria ter feito... — Ele se aproximou, deixando seus lábios toc