NATÁLIA
Desesperada para escapar da voz da minha irmã, me debati e me libertei do pesadelo.
A luz brilhante no quarto desconhecido machucou meus olhos. Tive que piscar algumas vezes para ajustar minha visão.
O primeiro rosto que vi foi o de Ana. Consegui ver sua boca se movendo, formando palavras, mas não consegui ouvir nada.
Havia um zumbido constante nos meus ouvidos, que aumentava de volume quanto mais eu tentava ouvir o que ela estava me dizendo.
Senti uma leve dor no corpo, mas a pulsa