- Ei, desclassificado, trouxe colherinha? – ela perguntou, com a voz embargada.
Olhei-a, completamente bêbada, como da primeira vez que a vi.
- Bom saber que ainda precisa de colher para mim.
- Não diga isso, desclassificado Mor. Eu sempre vou precisar para você.
Não sabia exatamente se aquilo era bom como eu imaginava que fosse. A levantei com dificuldade, pegando-a no colo. Ela passou as mãos sobre meus ombros, enlaçando-as no pescoço. Sua pele estava gelada e imediatamente me arrepiei ao toq