Fiquei tão espantada que demorei a assimilar a presença dele e dizer:
- O que está fazendo aqui?
Ele continuou ali, com os braços cruzados atrás da cabeça, confortavelmente, os sapatos no chão, ao lado da cama.
- Vocês demoraram, meninas.
- Saia agora da minha cama. Como entrou aqui?
- Pela porta.
- Você... Não tem este direito. Este apartamento é meu. Isso é invasão de domicílio.
- Me denuncie – ele deu de ombros – Quer que a leve de carro para fazer um boletim de ocorrência? Posso lhe cobrar