Não sei se mato você agora... Ou depois (II)
Heitor me soltou imediatamente, se afastando:
- Você o que?
- Estou... Trabalhando na Perrone... Sou a responsável pela parte de Marketing e propaganda da empresa.
- Por que não foi para North B., porra?
- Porque você não acreditou em mim.
- Bárbara... Eu tinha que ter certeza de que não estava sendo injusto.
- E desde quando você se preocupa com injustiça, Heitor?
- Desde que conheci você, porra.
Fiquei quieta, com as palavras entaladas na garganta enquanto meu corpo começou a tremer involunta