Assim que chegamos em frente ao apartamento, ele disse, me fitando, os olhos ardendo como fogo:
- Posso descer? – Tocou minha perna, deslizando a mão pela parte interna, sob o tecido grosso da calça que ficava completamente estranha e não se adaptava ao meu corpo.
- Eu gostaria muito. Mas não agora... Nem hoje. – Olhei-o com firmeza.
Será que eu deveria contar agora de uma vez? Parecia que nunca era uma boa hora para revelar a Heitor Casanova que ele era pai de uma linda menina de quatro meses,