- Por Deus, Bárbara... O que houve? – Sebastian implorou, a voz embargada.
- Ela não sabe nadar... Deve ter se afogado. – Heitor explicou.
Pisquei os olhos repetidas vezes, sentindo o corpo voltar a ficar quente. Nicolete entrou trazendo uma xícara fumegante numa bandeja:
- Vamos beber um chá, querida. Precisa se aquecer. É calmante. E não se preocupe, tudo vai ficar bem. A víbora está viva.
Ela me ajudou a sentar, enquanto Heitor cobriu meu corpo com uma manta fina, evitando expor minha nudez.