Um peso no corpo. Violet sente como se os membros estivessem cheios de algodão. Apesar de macio, o colchão sob suas costas parece distante, mesmo quando ela já está nele há horas.
O corpo acorda antes da consciência.
Lentamente, um som abafado que não revela nada parece apenas parte do despertar de seus sentidos.
Logo, vozes parecem vir de dentro d’água, um zumbido grave nos ouvidos, como se o mundo ainda estivesse com o volume baixo demais. Às vezes um “piiiii” insistente, às vezes só silênci