— Me dar o quê? — faço uma careta.
— O Osculum Animae, o beijo da alma, é quase magia. Através de um beijo, partilho com você um pouco da minha condição de vampiro, você teria uma pequena parcela da minha força, velocidade e, o que é mais importante, eu sentirei caso esteja em perigo e vou conseguir te encontrar onde quer que esteja. — deito a cabeça, analisando seu rosto.
— E eu, não tenho que te dar nada em troca?
— O que partilharia comigo da sua condição humana em nada me afetaria.