170. UMA PÉROLA DESPREZADA
ALISTAIR
Não respondeu à minha pergunta de imediato. Observei-a abrir a porta do chuveiro e entrar.
—Sua Majestade, eu só vim pedir uma audiência com o senhor...
As palavras dela saíram naquele jeito lento e sedutor, carregadas de feitiços eróticos.
A mão dela empurrou devagar o meu peito até minhas costas baterem na parede enquanto ela caía de joelhos.
Eu adorava a submissão dela, a fome que tinha de me servir, a maneira como sabia me enlouquecer... ou pelo menos era assim antes.
—Peço humilde