No mapa, Alessandro desenhou os pontos críticos: a porta lateral pouco vigiada, a escada secundária que dava acesso às celas improvisadas no segundo andar, a rota de fuga dos veículos para a fronteira e o trevo onde os criminosos costumavam se reunir. Ele apontou também o nome e a descrição do cabeça do grupo — a administradora do orfanato — e as conexões que o documento de Dante e o depoimento dos adolescentes haviam revelado: contatos para transporte, contas bancárias “lavadas” por doações fi