Entro na mansão dos Magnelith com o coração leve pela primeira vez desde a última noite.
Meu pai está no mesmo lugar onde o deixei, na poltrona da sala, um sorriso cansado, mas genuíno no rosto quando me vê.
— Então? — ele pergunta, mesmo já sabendo a resposta.
— A gente conversou. — Sinto as bochechas corarem. — Acho que... acho que vai dar certo.
Ele sorri, e é um sorriso tão parecido com o meu que chega a doer.
— Fico feliz, Elara. Muito feliz. — Ele estende a mão, e eu a seguro. — Agora vai