“Taís”
Não era assim que eu esperava que a Virgínia caísse em si. Eu a amava, me doía falar dessa forma rude com ela, mas ela precisava perceber que só eu a amava e que só eu poderia fazê-la feliz.
- Eu... eu vou embora! Eu vou pedir ajuda, vou ligar para o meu pai e pedir perdão. Ele deve me aceitar de volta e me ajudar, eu vou pra longe de você. – A Virgínia estava fora de si, com as mãos na cabeça e chorando. Mas eu entendia que ela se chocou com a realidade do que se tornou.
- Você não vai