Fiquei lá no quarto sentada no chão enquanto minha filha adormecia em meus braços, tentava manter a sanidade em meio a toda aquela tragédia mas a cada vez que fechava os olhos lembrava do corpo do meu marido coberto de sangue perdendo a vida em meus braços.
Minha sogra e Luana choravam sem parar, elas não tinham condição nenhuma de resolver nada ou agir diante de tudo aquilo, de algo sabia meu marido merecia um velório decente e um enterro digno, tive que tirar uma força de onde não imaginava