Ela me olha, mas permanece em silêncio. Reparo em seu semblante, está bem magra, com olheiras profundas e sua aparência não é das melhores. Parece ter envelhecido cinco anos em menos de duas semanas.
— Posso entrar? — Pergunta quando vê que não falarei nada. — Serei rápida.
— Claro, claro. — Abro passagem para ela. — Pode sentar. — Indico o sofá maior, pois o pequeno está praticamente todo ocupado pelo meu novo amigo de pelúcia.
Os meninos vão amar esse urso. Não me casei ainda, e muito menos m