Três dias depois.
Estou prestes a secar minha mão em um pano quando escuto alguém tocar a campainha. Olho para um lado e para outro, desisto do pano e seco na roupa mesmo enquanto ando até a porta. Ao abrir, não me surpreendo com quem é, me surpreendo com o que segura.
— Para que isso? — Fico alarmada.
— Feliz quatro anos de idade. — Acabo rindo quando Grandão diz, estendendo o urso gigante para mim.
— Ele é maior que eu.
— O que não é muito difícil, certo?
— Sem graça. — Bato em seu peito, e l