Me mexo na cama incomodada, fico de bruços e coloco o travesseiro sobre a cabeça, tentando abafar qualquer som que me obrigue a levantar. Solto o ar frustrada, pois as batidas na porta não cessam, ao contrário, elas se intensificam.
Jogo a coberta para longe de mim, colocando os pés no chão gelado e andando em direção a porta, enquanto esfrego os olhos com as costas da mão. Ainda bêbada de sono, seguro na maçaneta e abro. Me escorando nela e encarando a pessoa que tanto perturba meu momento de