— Silvia! – Pulo atrás da mulher.
— Que susto, Cassandra!!! – Se vira e me encara, cruzando os braços brava.
— Só Cass, por favor. Não gosto desse nome. – Sua feição muda, vendo meu
— É um nome lindo, por que motivo não gosta? – Passo por ela e finjo olhar algo lá fora, ignorando totalmente sua pergunta.
Segundo as mulheres de onde morei meus primeiros dez anos de vida, Cassandra foi o nome deixado em um papel junto comigo quando me acharam. Papel esse que Elisabeth quis que eu lesse assim que c