(Esmen)
— Então deixe de ser cego! Não irá ganhar nada com isso. Nem satisfação terá! — assegurei entre dentes. No fundo, eu gritava, o insultava.
— Terei. Nem que seja uma pequena parte. Eu terei! — ele era teimoso como uma mula velha.
Irritada, me sacudi em suas mãos, tentando me desvencilhar do seu aperto dolorido.
— Solte-me! — exigi, estava irritada demais para medir palavras.
— Quem pensa que é para falar assim? — ele começou a me empurrar pelos braços para trás.
— Eu não sou ninguém, e p