A sala de reuniões da Yoshida Corporation era um espaço minimalista, paredes de madeira escura, uma mesa de conferência longa e polida, e uma única janela que oferecia uma vista serena de um jardim zen. O silêncio era tão absoluto que o som do atrito da caneta de Liam ao assinar o contrato parecia alto demais.
Ele terminou, fechou a pasta e a deslizou para o outro lado da mesa. O senhor Yoshida, um homem de traços severos e cabelos brancos impecáveis, não se moveu. Seus olhos, que brilhavam co