Valentina acordou com o coração acelerado.
Por um segundo, não sabia onde estava.
Nem quando.
Nem como.
A última coisa que lembrava era o chão frio do quarto… o rosto ardendo… e a sensação sufocante de que o mundo inteiro tinha decidido esmagá-la naquela noite.
Agora estava na cama.
Com o cobertor puxado até a cintura.
A luz apagada.
O silêncio pesado demais para ser natural.
Ela piscou algumas vezes, tentando forçar a memória a preencher as lacunas… mas tudo o que encontrou foi um vazio nebulo