CAPÍTULO 74 — O QUE SE REVELA À LUZ

Depois da escultura japonesa, foi Hana quem mudou o ritmo.

Ela se afastou alguns passos, quase como quem escapa de um território conhecido demais, e parou diante de uma instalação contemporânea que ocupava o centro de uma das salas laterais.

Vidro. Metal. Luz.

A obra não tinha forma única. Era fragmentada, viva, mutável conforme o ângulo do olhar. Feixes luminosos atravessavam estruturas irregulares, projetando sombras que se moviam pelo chão e pelas paredes, obrigando o visitante a circular ao
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