Depois da escultura japonesa, foi Hana quem mudou o ritmo.
Ela se afastou alguns passos, quase como quem escapa de um território conhecido demais, e parou diante de uma instalação contemporânea que ocupava o centro de uma das salas laterais.
Vidro. Metal. Luz.
A obra não tinha forma única. Era fragmentada, viva, mutável conforme o ângulo do olhar. Feixes luminosos atravessavam estruturas irregulares, projetando sombras que se moviam pelo chão e pelas paredes, obrigando o visitante a circular ao