CAPÍTULO 56 — O VENENO

Valentina nem virou totalmente quando lançou:

— O que você quer, Isabella? Não tenho tempo pra joguinhos de banheiro.

Isabella riu.

Aquela risada curta, debochada, que não tem graça — só ameaça.

E então trancou a porta.

CLIC.

Ecoou na alma.

Valentina cruzou os braços.

— O que vai fazer? — disse, fria. — Vai me matar num banheiro de gala? No baile onde meu marido está me esperando?

Isabella caminhou devagar, como se desfilasse veneno.

— Não, querida. — sussurrou. — Não aqui.

Só queria saber como foi o passeio de barco aquele dia. Gostou da experiência?

A ameaça caiu entre elas, silenciosa como uma lâmina.

Valentina ergueu o queixo.

— Foi bem proveitoso. Deu pra ver como as cobras se movem quando acham que ninguém está olhando.

Isabella virou as costas, foi até a pia, abriu a torneira como se estivesse num spa de luxo.

— Que isso, querida… — ela disse, lavando as mãos com calma irritante. — Só mostrei o jeito italiano de resolver certos problemas.

Valentina soltou uma risada seca.

— Jei
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