Valentina nem virou totalmente quando lançou:
— O que você quer, Isabella? Não tenho tempo pra joguinhos de banheiro.
Isabella riu.
Aquela risada curta, debochada, que não tem graça — só ameaça.
E então trancou a porta.
CLIC.
Ecoou na alma.
Valentina cruzou os braços.
— O que vai fazer? — disse, fria. — Vai me matar num banheiro de gala? No baile onde meu marido está me esperando?
Isabella caminhou devagar, como se desfilasse veneno.
— Não, querida. — sussurrou. — Não aqui.
Só queria saber como