O quarto finalmente ficou silencioso quando Rafael e Moreira saíram.
O fechamento da porta foi quase um soco no peito.
Valentina inspirou devagar.
O corpo ainda doía, mas a alma… a alma estava recém-esfregada no asfalto.
Bianca puxou uma cadeira com aquele jeito estabanado e se jogou nela.
— Eu juro que se eu ver aquele homem respirando mais alto perto de você, eu—
Valentina ergueu a mão, cansada.
— Bia… chega. — ela disse, num tom fraco, mas firme. — Você precisa descansar. Vá pra casa. Eu pro