A manhã parecia mais clara do que o habitual quando o carro de Valentina parou diante do hospital do grupo Montenegro.
Não era apenas a luz do dia.
Era o contraste.
Ontem, sangue, medo, gritos.
Hoje, corredores limpos, segurança reforçada e um silêncio organizado que escondia urgências atrás de portas fechadas.
Arthur desceu primeiro, como sempre, abrindo a porta para ela.
— Andar isolado e monitorado, senhora — informou com profissionalismo. — Segurança feminina já posicionada dentro do quarto