O café começou no ritmo habitual da casa.
Silêncios confortáveis, pequenos gestos contidos, o som leve da porcelana. Hana falava mais do que Akemi — mas sem exagero. Era uma leveza estudada, como se soubesse exatamente quanto poderia preencher sem quebrar o equilíbrio.
Valentina tomou um gole do chá, sentindo a garganta aquecer, e decidiu colocar a sua própria peça no tabuleiro antes que alguém a perguntasse.
Observou a mesa com mais atenção. Tudo era bonito, equilibrado, pensado para durar — m