Ao ver Gustavo com a cabeça baixa, cuidando cuidadosamente de sua ferida, Poliana ficou paralisada, como se acreditasse estar sonhando.
Gustavo estava tão concentrado no que fazia que nem percebeu que ela havia acordado.
Depois de alguns instantes, as pupilas de Poliana começaram a se dilatar, como se finalmente aceitasse que Gustavo realmente estava ali, tratando do seu ferimento.
Ela, incrédula, perguntou com a voz abafada:
— Por quê?
Gustavo parou por um momento.
— Desde quando você está ac