Gustavo ainda estava completamente desmoronado, deitado no chão, como alguém que não sabousse nadar e estivesse se afogando em um mar sem fim à sua frente.
Edmar, tentando se recompor, se agachou para tentar ajudá-lo.
Mas Edmar não conseguiu levantá-lo. O corpo de Gustavo parecia absurdamente pesado, como se toda a dor e os sentimentos dele se tivessem transformado em um peso invisível, esmagando o seu coração dentro do peito.
— Você precisa se controlar! A Poliana ainda está te esperando! — Ed