— Eu, eu...
Poliana de repente sentiu novamente aquela sensação de paralisia nos braços e pernas, com dificuldade para respirar. Suas pupilas se dilataram, e ela começou a se concentrar, tentando controlar suas emoções.
A vida adulta era repleta de impotência.
Mesmo para desabafar, não se podia fazer isso livremente.
Ela queria tanto chorar de maneira incontrolável, gritar até perder a voz na calada da noite, gritar até enlouquecer.
Mas o motorista à frente estava dirigindo com o GPS l