Poliana sentiu como se a última esperança em seu coração se desfizesse. Abriu a boca, ficando paralisada por alguns segundos.
Quando quatro lágrimas caíram de seus olhos, ela soluçou e, com muita cautela, perguntou:
— Gustavo, você... — Sua voz falhou, os lábios se moveram por um longo tempo, e seus olhos estavam arregalados ao máximo, até conseguir articular as palavras que tanto desejava dizer. — Você ainda me ama?
O peito de Gustavo se contraiu lentamente.
— O que é que você quer que eu ame e