Luana estava tensa, mas sabia que precisava agir rapidamente. Seu olhar, oculto pelos óculos escuros e pela peruca loira, permanecia fixo no ponto que lhe interessava. Ela estava parada dentro do carro, estacionado em uma rua tranquila, observando cada movimento de Gerônimo com precisão. Ele estava na cafeteria, tomando o café como de costume, sem perceber que estava sendo vigiado. Para Luana, ele era mais do que um simples rival, ele era a chave para tudo o que estava prestes a desmoronar, e e