Mais tarde, sozinha, ela explorou. Não por curiosidade — havia explorado com curiosidade outras coisas na vida e havia aprendido que curiosidade, quando não é acompanhada de propósito, tende a produzir mais perguntas do que respostas e raramente as certas. Era outra coisa que a movia pelos corredores daquela mansão naquela tarde.
Era necessidade de orientação. A necessidade de quem entrou num território novo e que entende que sobreviver num território novo começa por conhecê-lo — onde estão os