Isabella senta na única banqueta plástica disponível enquanto eu e Enzo nos sentamos no meio fio. Parece que temos 19 anos outra vez, saindo de alguma balada no meio da noite e procurando qualquer lanche de rua para preencher o buraco no estômago causado pelas horas de dança e todo o álcool consumido.
Ela fecha os olhos, saboreando a refeição como se fosse de um restaurante premiado com estrelas Michelin. Tento não encarar demais, mas toda vez que ela solta um gemido de prazer, meu corpo inteiro