Astor recostou-se na poltrona de seu gabinete, girando lentamente o anel no dedo. O cómodo estava silencioso, salvo pelo crepitar da lareira e pelo tilintar do vinho quando ele girou a taça distraidamente. O gosto amargo da bebida não o satisfazia como antes. Nada o satisfazia ultimamente.
O jogo havia mudado. E, dessa vez, ele não estava certo de que gostava da nova direção.
Elise.
Ela o desafiara, encarara-o sem medo e, pior, impusera sua presença como uma verdadeira rainha. Ele deveria estar