O castelo parecia mais frio naquela manhã. O vento que entrava pelas janelas abertas carregava um peso invisível, um prenúncio do que estava por vir. Elise despertou cedo, o corpo ainda fraco, mas a mente inquieta. Depois da última noite, não havia mais espaço para hesitação.
Ela saiu do quarto com passos cuidadosos. Os corredores estavam vazios, mas os poucos empregados que encontrava mantinham a cabeça baixa, desviando o olhar. Eles sabiam. Todos sabiam. O silêncio não era mais apenas uma aus