Mais um dia tinha se passado e ela ainda estava presa ao seus aposentos, desde que voltou. O quarto estava envolto em sombras tênues quando Elise abriu os olhos. A primeira coisa que notou foi o silêncio. Não era apenas a tranquilidade natural da madrugada, mas um tipo de quietude opressiva, um vácuo que parecia ressoar dentro dela.
Seu corpo, outrora uma prisão de dor e exaustão, agora parecia estranhamente leve. Era uma sensação sutil, como se algo houvesse mudado sem que ela percebesse exata