Christian Müller –
O céu estava nublado quando descemos do carro. A fachada cinzenta da prisão parecia refletir o peso que eu carregava no peito.
Ao meu lado, Mark mantinha a postura firme, atento. Três advogados nos acompanhavam, cada um segurando pastas recheadas de verdades que estavam a muito tempo escondidas.
Hoje não era sobre revanche. Era sobre justiça. E acertos finais.
Entramos sem cerimônia. O recepcionista arregalou os olhos ao me ver — sabia quem eu era. Todos sabiam. Não importava