O cheiro de hospital sempre me causava um aperto no peito.
O ar era gelado, as paredes brancas demais, e o silêncio opressor só era interrompido pelo som distante de passos e bipes de máquinas monitorando os pacientes.
Meu coração martelava no peito enquanto eu caminhava ao lado de Christian, a cada centímetro que eu me aproximada, sentia o nervosismo me dominar.
Assim que passei pela porta do quarto, senti um nó na garganta ao ver minha avó ali, tão frágil, perdida entre lençóis brancos e fios