Alexa
Todo mundo era bom em alguma coisa. E eu. Eu era perfeita em ser imperfeita.
Tão imperfeita que eu entregava demais de mim para o mundo, e as vezes eu queria roubar o mundo para mim.
O bebê em meus braços era tão fofo, pequeno e frágil e eu sentia medo de deixá-lo cair mas também queria abraçá-lo e nunca o devolver para sua mãe.
Meus amigos e familiares estavam todos comemorando e compartilhando da felicidade do Alex e Lea, eles estavam esperando um casal de gêmeos. Logo eu seria a tia mais rica em sorrisos, eram tantos bebês por mimar e amar, mas nenhum deles nunca seria meu.
— Ele é mesmo bonito. — Nate diz, e se senta ao meu lado, o pequeno segue o som e encara meu marido com os olhos pidões.
— Ele é perfeito. — Sussurro e passo a mão em seus cabelos. — Quer pegar?
— Eu? Acho melhor não.
— Havia me esquecido que você não gosta de...
— Eu gosto de crianças Alexa, mas ele é pequeno demais, e se eu o deixar cair e ele se machucar?
— Você não vai machucar ele. — Falo e me