ECOS DO AMANHÃ.
Ecos do Amanhã.
O sol nascia devagar sobre os campos úmidos, dissolvendo a névoa que cobria o vale como um manto silencioso.
O som distante das vacas e o canto dos pássaros preenchiam a manhã preguiçosa da fazenda.
Henrique já estava de pé antes que o primeiro raio de luz tocasse o chão, hábito antigo, gravado nos ossos de quem aprendeu cedo que o campo não espera.
Mas naquela manhã, algo era diferente.
Ao olhar para o outro lado da cama, encontrou Letícia ainda adormecida, com o cabelo bag