(POV: Caleb)
O uísque descia queimando, mas não era o suficiente para apagar a imagem da noite anterior. O anel no dedo dela. O sorriso vitorioso no rosto do meu tio. A cena se repetia em minha mente, em um loop infernal. Minha mão tremia ao levar o copo à boca.
Evellyn estava sentada no sofá de seu apartamento, as pernas cruzadas, me observando com uma impaciência notável.
— Você vai ficar aí, se afogando em autopiedade, ou vai me contar o que aconteceu? — perguntou ela, a voz afiada.
Eu virei